A década que viu o cinema brasileiro ganhar público e qualidade também não foi nada mal lá fora. Entre grandes produções de vários milhões de dólares ("Harry Potter", "Avatar") tivemos também longa metragens inventidos, roteiros espertos, diretores novos e antigos (porque o cinema é a arte do diretor)mostrando boa forma. Fiz uma lista (provavelmente vou lebrar de algo assim que esse post estiver no ar) dos meus filmes preferidos desta década que logo termina seguindo uma ordem de preferencia. Fique à vontade para apontar outros filmes bons ou discordar das minhas escolhas. A graça da brincadeira é essa.
1 - "Cidade de Deus" - Fernando Meirelles (Brasil - 2002) 2 - "Bastardos Inglórios" - Quentin Tarantino (EUA - 2009) 3 - "Oldboy" - Park Chan-Wook (Coréia - 2003) 4 - "Match Point" - Woody Allen (UK-2005) 5 - "Big Fish" - Tim Burton (EUA- 2003) 6 - "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain" - Jean-Pierre Jeunet (França - 2002) 7 - "Batman - O Cavaleiros das Trevas" - Christopher Nolan (EUA - 2008) 8 - "A Queda" - Oliver Hirschbigel (Alemanha - 2004) 9 - "Babel" - Alejandro Gonzales Inãrritu (México/EUA - 2007) 10 - "Fale com Ela" - Pedro Almodóvar (Espanha - 2002) 11 - "O Pianista" - Roman Polanski (EUA - 2002) 12 - "Amores Brutos" - Alejandro Gonzales Iñarritu (México - 2000) 13 - "Shrek" - Andrew Adamsan (EUA - 2001) 14 - "Dogville" - Lars Von Trier (Dinamarca/EUA - 2003) 15 - "Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças" - Michel Gondry (UK -2004) 16 - "Caché" - Michael Haneke (França - 2005) 17 - "A Festa Nunca Termina" - Michael Winterbatton (UK - 2002) 18 - "O Homem que Copiava" - Jorge Furtado (Brasil - 2002) 19 - "Cartas para Iwo Jima" - Clint Eastwood (EUA/Japão - 2006) 20 - "Estrada para Perdição" - Sam Mandes (EUA - 2002) 21 - "O Labirinto do Fauno" - Guilhermo DelToro (Espanha EUA) 22 - "Assassinato em GosfordPark" - Robert Altman (EUA - 2000) 23 - "Abril Despedaçado" - Walter Salles (Brasil - 2001) 24 - "No Direction Home: Bob Dylan" - Martin Scorsese (EUA 2005) 25 - "Fahrenheit 9/11" - Michael Moore (EUA - 2004) 26 - "O Curioso Caso de Benjamin Button" - David Fisher (EUA -2008) 27 - "Carandiru" - Hector Babenco (Brasil - 2003) 28 - "V de Vingança" - James McTeigue (UK - 2006) 29 - "Amnésia" - Christopher Nolan (EUA - 2000) 30 - "O Cheiro do Ralo" - Heitor Dhália (Brasil - 2006).
Como passou de Natal? Espero que bem. Um dia antes da Festa do nascimento de Jesus Cristo coloquei no ar um programa Radiola especial só com músicas natalinas. Tem para todo gosto: quem adora o Natal, quem odeia... Mesmo com a data já ficando na semana passada acho que ainda vale a pena dar um ouvida porque está bem legal, modéstia à parte. É só colar o link no final do set list do programa que eu coloca aqui logo abaixo:
Clássico da semana John Lennon - "Happy Christmas (War is Over)" (1971)
Bloco 1 (discos de natal) Elvis Presley - "Santa Claus is Back in Town" ("Elvis Christmas Album" - 1957) Reverend Horton Heat - "Frosty in the Snowman" ("Three Kings" - 2005) Bob Dylan - "Winter Wonderland" ("Christmas in the Heart" - 2009)
Bloco 2 (para quem odeia o Natal) Garotos Podres - "Papai Noel, Velho Batuta" (1995) Canned Heat - "Christmas Blues" (1968) Tim Maia - "Risos" (1970)
Lançamento da Semana Rod Stewart - "It´s the Same Old Song" (CD:"Soulbook")
BG: "A Gift for You - Phil Spector Christmas Álbum" (Vários Artistas - 1963)
Saio de folga nesta quinta-feira e só retorno na próxima segunda-feira. Mas deixo aqui um Feliz Natal a todos vocês queridos leitores deste blog com um seleção de músicas só de gente acima de qualquer suspeita. Destaque para a nossa "Feliz Natal", de Assis Valente na voz de Maria Bethânia. Boas Festas!
Em 2010 chega às lojas do documentário "Under Great White Northern Lights", que cobre a turnê da dupla White Stripes pelo Canadá e região norte dos Estados Unidos, durante a turnê do álbum "Iky Thumb". Nesta terça-feira foi divulgado o trailer do documentário, que dá uma ideia legal sobre a força desta que é uma dos grandes nomes desta década que já diz tchau. Em 2003 fui até o Rio de Janeiro só para ver Jack White e sua (péssima) baterista em ação. Valeu muito a pena!
O ano de 2009 foi bom para o cinema. Andei lendo opiniões diferentes, mas sempre tenho a impressão de que já virou reflexo condicionado de crítico de cinema falar mal em todo balanço de ano. Algo que me chamou a atenção foi a insistência bem sucedida de grandes diretores em usarem metalinguagem em seus filmes. “Bastardos Inglórios”, de Quentin Tarantino e “Abraços Partidos”, de Pedro Almodóvar, os dois melhores longa metragens do ano são grandes homenagens à sétima arte, ao citarem clássicos antigos e brincarem de fazer cinema usando técnicas e truques de câmeras que remetessem outros filmes. Outro ponto alto que achei muito curioso neste ano foram os começos de filmes que merecem um capitulo à parte. Se a primeira impressão é a que fica, no filme de Tarantino e Almodóvar eles já valem o ingresso e o titulo de grandes obras. Os primeiros 15 minutos de “Bastardos Inglórios”, então, é uma benção do Deus Cinema. Uma seqüência de um longo diálogo onde o cineasta americano demonstra pela centésima vez ser um mestre do controle de câmera e tempo de narrativa. É impossível tirar o olho da tela até o desfecho final da cena, que dá início a obra prima maior de Tarantino (melhor que “Pulp Fiction” em minha modesta opinião). Almodóvar não fica - muito – atrás. Ele te conta a história dos personagens indo e vindo no tempo sem jamais perder o fio da condução de “Abraços Partidos”. Até filmes ditos “menores” como “AntiCristo” teve uma abertura das mais belas que já vi no cinema. Quando comecei a assistir fiquei pensando como um filme tão belo foi tão atacado pela crítica e vaiado pelo público no Festival de Cannes. Sexo explicito, imagens em preto e branco, câmera lenta, neve e ópera dão um tom celestial antes de ter início a piração meio clichê do diretor dinamarquês Lars Von Trier. Gosto de anos onde o chamado cinemão hollywoodiano e o cinema mais inventido convivem em harmonia. E em 2009 aconteceu isso.
O guitarrista Stanley Jordan é um dos principais nomes da cena jazzistica norte-americana. Na década de 80 ele era presença constante em festivais de jazz e blues no Brasil. Na última semana ele esteve novamente no país para algumas apresentações e acabou fechando um show no bairro de Guaianases extrema periferia de São Paulo como parte integrante do "Quebrada Cultural", que leva espetáculos para a periferia de São Paulo. O resultado? 17 pessoas que mal sabiam quem estava ali. Antes de alguém bradar pensamentos preconceituosos do tipo: "Essa gente da periferia só sabe gostar de porcarias tipo funk carioca e axé!". É preciso destacar a culpa da organização, que simplesmente jogou o show no local em um dia chuvoso sem nem ao menos divulgá-lo. Também é um alerta para projetos governamentais como o Vale Cultura. Não adianta apenas jogar dinheiro nas mãos das pessoas sem nenhum trabalho de formação de público.
Crédito: a foto é uma reprodução da imagem publicada no site IG, feita pelo fotografo Augusto Gomes.
Quem conhece o diretor Quentin Tarantino sabe que sua opinião vale muito. Além de ser um dos melhores diretores vivos, o americano é desses cinéfilos doentes, daqueles capazes de citar sequências inteiras dos mais obscuros filmes iranianos, recitando fichas técnicas como uma cozinheira descreve uma receita de bolo. A revista "Hollywood Reporter" foi até ele e perguntou quais os melhores filmes que ele viu em 2009. Ele citou oito, mas ressaltou que gostaria de rever "Distrito 9" e que ainda não havia tido a oportunidade de ver "Avatar", que estreia nesta sexta-feira. Achei a lista legal, e me surpreendeu ele ter ficado nos filmes mais comerciais, evitando longa metragens alternativos. Por uma questão de humildade ele não citou "Bastardos Ingloriosos", do próprio Tarantino que com certeza vai povoar as listas de todos os fãs de cinema neste final de 2009, entre elas a minha. Por falar nisso, quem quiser mandar suas listas de melhores de 2009 ou mesmo da década 00, estejam à vontade. Eu as público aqui no blog.
Trecho de um texto do blog do respeitado jornalista Gilberto Dimenstein, da Folha de SP, postado no início da última semana: “Foi aprovada uma emenda no Congresso permitindo que o vale-cultura seja usado para comprar jornais, revistas e gibis (...) Nada contra a (revista) ‘Playboy’, mas mulher pelada e gibi não são cultura – muito menos com dinheiro público”. A principio sou a favor do Vale Cultura, como já até escrevi aqui. Posso mudar de ideia quando ele entrar em prática e se provar ineficiente e eleitoreiro, já que entrará em vigor em ano de escolha presidencial. Também respeito opiniões contrárias às minhas, como a de muitos amigos e gente que respeito que são totalmente contra essa “ajuda” cultural do governo (incluindo o Gilberto Dimenstein, que o critica desde os primórdios). Mas o que mais me espantou neste comentário é a atitude de querer ditar o que é e o que não é cultura, como se isso fosse um imposição. Quando garoto (13, 14 anos) esperava com apreensão a chegada das revistas Chiclete com Banana nas bancas. O conteúdo era proibido para menores, mas o velhinho da banca fazia vistas grossas e me vendia. Pornografia, política, anarquia, poesia urbana e, claro, histórias em quadrinhos desenhadas por gente como Angeli, Laerte, Paulo e Chico Caruso faziam parte da receita da Chiclete com Banana, que tinha esse nome devido ao clássico do compositor Gordurinha. Para mim aquilo foi culturalmente estimulante e com certeza guiou meus gostos pelo resto da vida. Há poucos meses a respeitava revista de cinema francesa Cahier Du Cinema publicou uma lista sobre filmes influentes para a sociedade da segunda metade do século 20. Sabe quem estava na lista? “Garganta Profunda”, que mesmo pornográfico foi considerado um marco do feminismo nos anos 70 por debater temas como o prazer na mulher. Não estou aqui querendo defender que todos que venham a ter o direito ao vale cultura use o valor de R$ 50 na compra de revistas de sacanagem, vídeos pornôs e álbuns de figurinhas. Apenas queria chamar a atenção para o fato de que carimbar produtos como “cultura” e “não cultura” é perigoso. Adolph Hitler, por exemplo, amava compositores eruditos como Richard Wagner na mesma proporção que desprezava a cultura popular, com especial ódio aos jazzistas americanos (imagina não gostar de Charles Parker!). Intelectuais europeus formados na primeira metade do século também dividiam a cultura em “alta” e “baixa”. No Brasil, o samba era música de bandido atacado por associações de senhoras católicas nas décadas de 1920 e 30. E o rock era proibido em cidades americanas do meio oeste por volta de 1956-1960. Todo mundo que ainda hoje generaliza uma vertente artística por completo corre o risco de cair nesta mesma armadilha.
Aqui está o set list do último Radiola, que eu estou devendo há alguns dias. Neste programa, começamos com uma homenagem ao grande Mark Sandman, morto há dez anos por um ataque cardiaco em pleno palco, e seguimos com nomes como Johnny Cash, The Doors (foto), Tom Zé, The Kinks e muitos outros. Nos lançamento da semana, Slayer, Wolfmother e Mallu Magalhães. O link tá lá embaixo:
Bem espertos os produtores do mais que esperado "Harry Potter e as Relíquias da Morte", que só chega aos cinemas em novembro do ano que vem. Como vazou uma imagem do filme, eles correram a já produziram um trailer do longa metragem que será dividido em duas partes e é o último filme da bilioária franquia.
Quem me acompanha neste blog ou em matérias para o jornal O Liberal já deve ter percebido que sou beatlemaníaco confesso. E de todo o quarteto de Liverpool a personalidade que sempre me atraiu foi a de John Lennon, cuja morte completa 29 anos nesta terça-feira. Pacifista e violênto, gênio e inseguro, péssimo marido e dono de um amor sem igual para com sua Yoko, ele era um paradoxo ambulante, mas acima de tudo foi um dos maiores artistas que esse mundo já viu em ação. Esse video acima é de um show na cidade de Nova York, em 1972. Na época Lennon lançava o álbum "Sometime in New York", seu trabalho mais político que logo em seguida lhe provocou muita dor de cabeça e uma ameaça de extradição dos Estados Unidos.
Os três últimos episódios do programa global é um respiro na má qualidade na TV aberta brasileira, levando ao ar atrações ao mesmo tempo acessíveis, ágeis e bem construídas em informações. O que relatou Cazuza ficou na medida, o de Bochecha sobrou programa para o artista e a de Raul Seixas sobrou artista e faltou programa. Mas no geral, todos foram muito bons.
Apesar de gostar muito e ir com alguma frequência não sou um "homem de teatro", daqueles que vê todas as boas peças em cartaz por esse país. Por exemplo: Nunca vi uma peça de Mário Bortolloto, dramaturgo baleado no Centro de São Paulo e que completou hoje dois dias internado em estado grave na UTI de um hospital em São Paulo. Mas sempre acompanhei com atenção seus textos publicados em revistas, livros e internet e gostei muito do filme "Nossa Vida Não Cabe num Opala", adaptado do texto "Nossa Vida Não Vale um Chevete". Um dos melhores filmes nacionais de 2008 exibe um caos humano e urbano de rara intensidade, misturando assalto a carros, luta de boxe e literatura existencialista. Força para o cara e para a família neste momento.
Diferente da maioria que acha Robin Williams um grande ator, sempre o achei um tremendo canastrão. E seu jeito espalhafatoso no programa do David Letterman me faz o achar mais babaca ainda. Mas não entendi toda a revolta brasileira em relação a sua piadinha sobre as Olimpíadas no Rio de Janeiro. Williams é um humorista e piadas são olhares exagerados sobre uma realidade. Se as mulhares brasileiras são lindas e abusam da sexualidade e a cocaína é produto popular nos morros cariocas, isso faz a piada do americano ter lá sua graça. Por que chamamos com tanta naturalidade os portugueses de burros, os franceses de sujos, os turcos de mão de vaca e não aceitamos gozações com nossas fraquezas? O próprio Robin Williams é um cara que penou para sair do vicio em cocaína, quase chegando a abandonar a carreira em razão dele. Em seus shows de stand up comedy ele sempre faz piadas a respeito disso. E quem sabe rir de si mesmo, ganha créditos para gozar os outros.
O jornal USA Today publicou nesta terça-feira a primeira imagem oficial do filme “Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte I”, que só chagará aos cinemas em novembro de 2010, dividido em duas partes. É o último filme da série. Na imagem aparecem os personagens Rony (Rupert Grint), Harry (Daniel Radcliffe) e Hermione (Emma Watson) sem os uniformes da Escola de bruxaria. Não tenho muito o que falar, a não ser que é meio estranho ver crianças crescendo tão rápido em público e que a Emma Watson tá linda (na impossibilidade de um comentário menos família) e deve se tornar uma das musas do cinema nos próximos anos.
As prefeituras da região sempre incluem em suas ações culturais projetos ligados ao movimento hip hop. São apresentações de street dance, graffiti e mesmo espaço para MCs se apresentarem. Mas talvez por sermos formados em uma cultura descendente de italianos e americanos, sinto uma grande distância entre a massa populacional não periférica e essa expressão de origem urbana/ negra, que atualmente ganha tanto espaço em todo o País, como demonstra o sucesso da exposição Dos Gêmeos na FAAP, em São Paulo. E diferente de outros gêneros como o rock e a MPB, que “importamos” das grandes capitais, aqui na região temos artistas de grande expressão, principalmente na região de Sumaré. Um exemplo são os grupos Inquérito (foto), com integrantes de Nova Odessa e Sumaré e o Realidade Cruel, de Sumaré. As duas formações foram premiadas no Festival Hútuz, na última sexta-feira. O Inquérito levou o troféu de “Revelação da Década”, no segmento rap, um dos mais disputados da cerimônia que é a maior do Hip Hop na América Latina. O estudioso José Ramos Tinhorão, responsável pela maioria das obras de estudo sobre as origens da música brasileira e portuguesa e famoso por suas críticas a movimentos como a bossa nova e o tropicalismo é um dos que levantam elogios a grupos como Racionais MC. “O rap é interessante porque marca a volta às origens do canto, ele representa a redenção da palavra enquanto música. O cantochão, por exemplo, é o rap da Igreja Católica: surgiu com os padres rezando sem acompanhamento. Mas a música brasileira já tinha o seu rap, a embolada, antes de os garotões de Nova York a reinventarem”, descreveu ele há alguns anos. Não enxergo na atual MPB “higienizada” ou no rock nacional de bandas de brechó e franjas nada que se aproxime em matéria de contundência sonora e consistência lírica a grupos como Racionais MC, que prestes a lançar novo CD consegue vender milhares de cópias sem TV, rádios ou jabás de gravadoras.
Essa semana temos o Radiola com o maior "tempo/beneficio" dessas 41 edições. São dez músicas em pouco mais de uma hora de programa, começando com o bluesmen Buddy Guy, visitando grandes bandas que acompanharam nomes como Frank Zappa, Bob Marley e Neil Young e uma geral nas caixas especiais lançadas na última semana de nomes como Jorge Ben e Wilson Simonal. Ramones, Cat Power e Otto também podem ser ouvidos.
Clássico da semana
1 - Buddy Guy - "I Put a Spell in You"
Bloco 1 (Bandas acompanhantes)
1 - Frank Zappa and the Mother of Invensions - "My Guitar want to Kill Your Mamma" 2 - Bob Marley and the Wailers - "Three Little Birds" 3 - Neil Young and Crazy Horses - World on the String"
Bloco 2 (discos de cover)
1 - Marianne Faithfull - "The Ballad of Soldier Wife" (Kurt Weill) 2 - Cat Power - "New York" (Frank Sinatra) 3 - Ramones - "Out of Time" (Rolling Stones)
Relançamentos (caixas especiais)
1 - Jorge Ben - "Os Alquimistas Estão Chegando" 2 - Wilson Simonal - "Tributo a Martin Luther King"
Lançamentos 2
1 - Morrissey - "Cosmic Dancer" (Disco: Singles 88-96) 2 - Echo and the Bunnymen - "The Idolness of Gods" (Disco: The Fountain)
Lançamentos 3
Otto - "Meu Mundo Dança" (Disco: Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranquilos")
Luciano Assis, 32, é repórter do Caderno L do jornal LIBERAL, onde escreve diariamente sobre música, literatura, cinema, teatro e artes plásticas. É também o responsável pela coluna “Entrelinhas”, publicada na edição de domingo do jornal, onde analisa assuntos culturais que foram notícia no decorrer da semana.
O Blog Entrelinhas é uma extensão do Caderno L do LIBERAL, e tem como meta informar, comentar e analisar aspectos relevantes da Cultura local, nacional e internacional de forma ágil e interativa com seus leitores, criando uma rede de discussão acerca do mundo dos espetáculos.