Vocês viram o beijo da Mônica no Cebolinha? Ele está na nova revista lançada por Mauricio de Souza que foca a "turminha" já adolescente. Ah, como essas crianças crescem...
Após anos de "disse-me-disse" finalmente é confirmado oficialmente as datas dos shows do grupo inglês Radiohead no Brasil. O release oficial dos produtores foi diparado para a imprensa no início da madrugada desta quinta-feira, informando que Thom Yorke e companhia tocam no Rio de Janeiro no dia 20 de março e em São Paulo no dia 22 do mesmo mês, no Jockey Club paulistano. Os ingressos para os shows começam a ser vendidos pelo site www.ingresso.com a partir das 00:00h do dia 05 de dezembro 2008 Em São Paulo, também será possível comprar ingressos, a partir das 9:00h do dia 5 de dezembro, nas bilheterias do Estádio do Pacaembu (Rua Professor Passalaqua, ao lado do portão 24).
É o ator Brad Pitt, logo após o teste de maquiagem para o filme “The Curious Case Of”, onde ele faz um senhor de 80 anos. Programado para chegar aos cinemas em 2009, o longa metragem promete, já que tem direção de David Fincher, que já trabalhou com Pitt nos ótimos “Seven” e “Clube da Luta”. Ah, e para completar o filme é baseado em uma história de F. Scott Fitzgerald, datada de 1920. Não deve ter erro...
E as famosas listas de melhores do ano já começaram a pipocar. A bacana revista Uncut, da Inglaterra, elegeu "Third", do Portishead, como o melhor de 2008. O álbum é bom (como tudo que o trio de Bristol faz), mas não seria a minha escolha. Mas tá valendo...Enquanto eu penso na minha lista vão preparando as suas aí.
A imagem não é das melhores (foi feita em um celular por alguém da produção), mas é a primeira do ator Johnny Deep na pele do "Chapeleiro maluco", personagem do livro "Alice no País das Maravilhas", de Lewis Carrol, que o diretor Tim Burton está filmando que que deve chegar aos cinemas em 2009. Aliás, quem acompanha a filmografia de Burton e leu "Alice..." sabe que não podia haver melhor diretor para essa empreitada (acho que até já falei isso aqui...).
Inicialmente, o filme "Harry Potter e o Enigma do Principe", o último da milionária série baseada na obra da escritora J. K. Rowling, deveria estrear neste mês de agosto, mas por motivos não explicados ele foi adiado para junho de 2009. Mas os fãs não ficarão de mãos vazias neste novembro, já que foi disponibilizado o trailer da obra. Impressão minha ou o último filme do bruxinho terá um tom mais sombrio que o de seus antecessores?
Em seus primeiros 40 primeiros anos o rock era música de jovem, feita por jovens e para os jovens. Até morrer cedo era sinal de bom tom, pois o envelhecer trazia junto um certo ar de cinismo que não ornava com uma arte tão combativa e sem amarras. É aí que entra a beleza de um show como o da banda americana REM, na noite de ontem no Via Funchal, em São Paulo. Fanático pelo grupo desde a década de 80, eu teria gostado da apresentação mesmo se tivesse sido ruim, mas não corri esse risco. Impecáveis aos 28 anos de carreira, o quarteto mostrou que dá para envelhecer com dignidade, coerência, dinheiro e ainda fazendo bons discos, sem posar de garotos revoltados aos 50 anos. E que também dá para equilibrar o que os fãs médios querem ouvir com canções novas, desde que essas sejam boas o suficiente. Acima uma imagem captada por algum celular da platéia, enquanto Michael Stipe (um cantor da mesma linhagem que James Brown, Mick Jagger, Iggy Pop e Fred Mercury, que hipnotizam a platéia) cantava "Losing my Religion".
Essa capa aqui em cima todo mundo conhece: Trata-se do clássico maior do Nirvana, "Nevermind", lançado em setembro de 1991 e responsavel por colocar a música alternativa no topo das paradas de sucesso. A criança que ilustra a genial capa chama Spencer Elden e aceitou o convite de um fotografo americano para refazer a famosa imagem, 17 anos depois. Felizmente (ou nao, dependendo do gosto de cada um) pediram para ele usar um calção, diferente de anos atrás. Ficou assim:
A gente percebe que o mundo está chegando ao fim quando recebe uma notícia dessa: Foi divulgada a capa do disco "Chinese Democracy", dos Guns n' Roses. Para quem não conhece a história, trata-se do álbum que virou motivo de piada em todo o mundo por ter ficado 16 anos sendo gravado e regravado pelo cantor Axl Rose, que conseguiu arrumar briga com toda a formação original do grupo, contratar e mandar embora pelo menos uns dez músicos e se envolver em mais um monte de problemas legais. Pois segundo boatos, o temido monstro sai ainda esse mês. Agora só falta a segunda vinda de Cristo!
Fãs de literatura costumam atribuir ao escritor francês Julio Verne várias previsões futuras, como o Metrô, o telefone e até o submarino. Mas por essa, nem nós, brasileiros, esperávamos: Em 1926, nosso Monteiro Lobato lançou o livro de ficção cientifica “O Presidente Negro”, onde contava a história de uma eleição americana disputada em 2228, onde um homem negro se sagrava vencedor “do maior império do mundo” sobre um candidato branco. Esquecido nos porões de nossa literatura por todos esses anos, finalmente “O Presidente Negro” ganhou as livrarias graças a todo o auê sobre a iminente (e agora real) vitória de Barack Obama na mais noticiada campanha eleitoral da história dos Estados Unidos.
Abaixo separei um trecho do livro:
A Simbiose Desmascarada
“Do outro lado o senhor Kerlog, presidente em exercício e candidato à reeleição, só via possibilidade de êxito se obtivesse o concurso de Jim, como sucedera no pleito anterior. As melhores estatísticas davam ao Partido Masculino 51 milhões de votos, ao Partido Feminino 51 e meio e à Associação Negra, contados os votantes de ambos os sexos, 54 milhões. A próxima eleição dependeria pois exclusivamente da atitude do grande negro. -Mis Evelyn Astor! - exclamei. - Lindo nome. Já me estou simpatizando por essa criatura, que talvez esteja no meu próprio calcanhar. Havia de ser linda, não? -De fato, nessa criatura habilíssima, rica de todos os dotes da inteligência, da cultura e da maquiavélica sagacidade feminina, se juntava um elemento perturbador, novo no jogo político presidencial: a sua rara beleza física. Embora, graças á vitória de eugenia, fosse regra a beleza, em vez de exceção como hoje, mesmo assim a formosura de Miss Evelyn Astor se destacava de modo obsedante”.
Luciano Assis, 32, é repórter do Caderno L do jornal LIBERAL, onde escreve diariamente sobre música, literatura, cinema, teatro e artes plásticas. É também o responsável pela coluna “Entrelinhas”, publicada na edição de domingo do jornal, onde analisa assuntos culturais que foram notícia no decorrer da semana.
O Blog Entrelinhas é uma extensão do Caderno L do LIBERAL, e tem como meta informar, comentar e analisar aspectos relevantes da Cultura local, nacional e internacional de forma ágil e interativa com seus leitores, criando uma rede de discussão acerca do mundo dos espetáculos.